"A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem." (José Ortega y Gasset) Este é o blog da CMPRODUÇÃO que oferece ao público artistas talentosos e profissionais que podem oferecer apresentações sofisticadas, diversificadas e culturais. Em Caravançará que significa local de encontro das caravanas, todas as caravanas culturais tem espaço e voz. Una-se a nós e conheça o nosso trabalho.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A extraordinária Ângela Maria
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Banda AGITAÇÃO SERTANEJA
segunda-feira, 7 de maio de 2012
A IMPORTÂNCIA DO MARKETING CULTURAL
Alguns fatores estruturais contribuem para essa limitação: concentração de renda, falta de equipamentos culturais que dêem visibilidades às obras, nesse caso, principalmente, as cinematográficas e editorais (muitos municípios não possuem salas de cinema, bibliotecas, teatros).
Nesse quesito, o investimento em Música leva uma enorme vantagem em relação às outras artes por aliar a disposição de tecnologia relativamente barata, minimizando o custo de produção (Cd’s, por exemplo), com a facilidade de o produto chegar ao público. A possibilidade de apresentação com banda completa ou somente com acompanhamento; os espaços podem se adequar ao tipo de público: ao ar livre, pequenos teatros, restaurantes, jantares, entre outros, trazem vantagens significativas às empresas interessadas em investir em Música.
O PATROCÍNIO COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO
O Patrocínio não tem uma definição fechada, mas suscita algumas conclusões: de ser uma forma de comunicação e de, efetivamente, poder contribuir para ampliar a mensagem de uma marca ou de uma empresa, bem como ser uma meio excelente de melhorar a relação entre a empresa e os seus consumidores. Uma vantagem adicional é, independente do incremento das vendas de seus produtos e serviços, contribuir sobremaneira para a promoção da imagem institucional da empresa.
O Patrocínio Institucional é, atualmente, uma das grandes áreas de intervenção que envolve diretamente a imagem da empresa. A concentração de patrocínio nessa área promove a imagem institucional da empresa, junto à determinado público-alvo, criando notoriedade para a marca podendo, ainda, atuar simultaneamente, nas vertentes sociais, de lazer e culturais.
A vertente comercial não deve ser descartada atuando num cruzamento de elementos que envolvem o mercado, a empresa e a dimensão do evento a patrocinar. O investimento numa ação de patrocínio revela objetivos muito importantes a serem conquistados:
-Criação de identidade entre o evento e a marca;
-Aumento da notoriedade diante dos clientes e potenciais clientes;
-Aumento da exposição na mídia;
-Melhorar a comunicação interna ao construir um clima colaborativo, de identificação dos valores culturais coletivos;
-Envolvimento da comunidade criando uma empatia entre a empresa e a comunidade onde está inserida.
O MARKETING CULTURAL
O Marketing Cultural é uma ferramenta de comunicação que, se aplicada com seriedade só oferece vantagens para os patrocinadores, artistas, produtores e ao cidadão brasileiro. De 1994 até 2007 o número de empresas que investem em cultura aumentou seis vezes, e cada vez mais pessoas ingressam nesse mercado anualmente.
Para o marketing cultural não existe fórmula geral de atuação; a partir de um show, por exemplo, é possível oferecer amostras do produto(promoção), distribuir ingressos aos funcionários(endomarketing), um dia exclusivo para convidados especiais(marketing de relacionamento), mala-direta aos consumidores/clientes informando do evento e do patrocínio(marketing direto), publicações sobre o evento(marketing editorial), campanhas específicas destacando a importância do patrocínio(publicidade) e muitas outras ações para ampliar o raio de alcance da ação do marketing cultural.
O grande crescimento nesse tipo de investimento ganhou força porque está constantemente atualizado junto às exigências do Mercado: necessidade de diferenciação das marcas; diversificar o “mix” de comunicação das empresas para melhor atingir seu público; necessidade de as empresas se posicionarem como socialmente responsáveis. O Marketing amplia a forma de comunicação com o público-alvo e demonstra à sociedade que a empresa não está, exclusivamente, fechada em torno do lucro de seus negócios.
No início, investir em marketing cultural era uma forma de se beneficiar das leis de incentivo, financeiramente era um bom negócio. Atualmente, por meio de pesquisas e o envolvimento de grandes empresas nessa área (Petrobrás e Grupo Votorantim, como exemplos) compreende-se a ação como forma de solidificar a imagem institucional e dar visibilidade para a marca. É uma oportunidade para as empresas participarem do processo de incremento dos valores culturais da sociedade e, principalmente, a possibilidade de construir uma imagem forte e bem posicionada para o consumidor.
Do ponto de vista financeiro, dependendo do tipo de projeto, a empresa pode reaver grande parte do dinheiro. Do ponto de vista mercadológico, a imagem institucional dessa empresa e a aceitação que ela tem juntado ao seu público alvo são variáveis bastante trabalhadas.
A exposição do Projeto na Mídia é muito importante porque quando uma empresa patrocina um projeto, ela busca algum tipo de retorno. Por isso, o plano de Mídia deve incluir: assessoria de imprensa, inserções em jornais e revistas, outdoors, televisão e outras ações integradas de marketing.
Para garantir o sucesso em um Projeto de Patrocínio Cultural a empresa precisa perceber nele uma boa solução para sua comunicação.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
A Importância da Cultura na Formação do Cidadão
Mais em: http://www.qdivertido.com.br/verartigo.php?codigo=57
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O Que é Arte?

A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Atualmente alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. A artista precisa da arte e da técnica para se comunicar.
Quem faz arte?
O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.
Por que o mundo necessita de arte?
Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser feita para decorar o mundo, para espelhar o nosso mundo (naturalista), para ajudar no dia-a-dia (utilitária), para explicar e descrever a história, para ser usada na cura doenças e para ajuda a explorar o mundo.
Como entendemos a arte?
O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.
O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?
Estilo é como o trabalho se mostra, depois do artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único.
Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o quê, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental.
Ex.: Surrealismo
Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte?
Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo teve.
Como as idéias se espalham pelo mundo?
Exploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progresssos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte já tinham fotos; pelo rádio e televisão, o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926, permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as técnicas compartilhadas: pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; pela Internet, alguns artistas colocam suas obras em exposição e podemos pesquisá-las, bem como saber sobre outros estilos.
Como mencionado anteriormente, estilo é como o trabalho se mostra, depois do artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único. Assim, Salvador Dalí tinha um estilo diferente de Picasso e de Tarsila do Amaral. Por esse motivo, a categorização de estilos e movimentos é importante.
Confira abaixo uma lista de estilos artísticos importantes e bastante conhecidos:
terça-feira, 26 de julho de 2011
Produção cultural
Para se pensar no conceito de produção cultural necessitamos fazer uma primeira distinção, partindo do significado da palavra "produção".Segundo o dicionário Michaellis, a palavra "produção" pode significar: "coisa produzida naturalmente ou pelo trabalho", "obra literária ou artística" ou "ato ou efeito de produzir".
Desta forma, "produção cultural" pode fazer referência a um conjunto de "coisas ou obras artísticas" realizadas por indivíduos, sozinhos ou em grupo, num determinado espaço de tempo, num determinado espaço da geografia, ou remeter ao ato de "produzir cultura" ou "produzir uma ação cultural".
Entretanto, a existência da palavra "cultural" faz com que o termo "produção cultural" assuma contornos mais complexos. Se considerarmos que "produção cultural" pode ser "produção de cultura", tanto seu significado enquanto "coisa" quanto "ato de produzir" assumirão sentidos mais amplos do que apenas obras artísticas.
"Produção cultural" também é a denominação que se utiliza no Brasil para cursos livres, cursos técnicos, cursos de graduação e pós-graduações que lecionam conhecimentos amplos ou específicos relacionadas a cultura, comunicação, internet, software, eventos, gestão cultural, arte e entretenimento.
Por tratar-se de um conhecimento novo, tanto no mundo quanto no Brasil, não há um consenso quanto a sua delimitação. Diferentes autores e universidades tem entendimentos distintos sobre quando se deve ou não utilizar o termo "produção cultural".
Como atividade profissional, a "produção cultural" é mais conhecida por ser uma atividade de planejamento, organização e execução de ações, eventos e projetos culturais. Mas profissionais com formação em produção cultural podem trabalhar em inúmeras atividades e em diversos setores.
Exemplos de atividades de produção cultural: organização de shows, exposições de arte, montagens teatrais, espetáculos de dança, encontros literários, exibição de filmes, programas de TV, programas de rádio, planejamento de comunicação, criação e gestão de blogs, projetos que contemplem arquitetura, patrimônio, artes, antiquários, artesanato, design, moda, cinema, música, artes híbridas, artes performáticas e assessoria para carreiras artísticas.
Campos de atuação da produção cultural: indústrias criativas, economia da cultura, entretenimento, lazer, eventos, artes, cultura e comunicação.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. Fontes consultadas: Dicionário Michaelis da editora Melhoramentos, Dicionário Crítico de Política Cultural de Teixeira Coelho, blog Produtor Cultural Independente (www.produtorindependente.com) de Alê Barreto e livro "O Avesso da Cena - Notas sobre produção e gestão cultural" de Romulo Avelar




